Roberto Alban Galeria

Artistas Artista

Iole de Freitas

2016 - Realiza a exposição A escrita do movimento, com curadoria de Marc Pottier, na Roberto Alban Galeria, em Salvador - BA.

2015 - Realiza a exposição O peso de cada um, com curadoria de Ligia Canongia, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro com obra projetada especialmente para o Espaço Monumental do museu, apresentando também a série de obras em vidro Escrito na água. Expõe individualmente na Galeria Silvia Cintra, no Rio de Janeiro.

2014 - Apresenta a exposição Sou minha própria arquitetura, na Galeria de Arte Raquel Arnaud, São Paulo. Realiza instalação permanente no Hotel Hilton/Barra, Rio de Janeiro. Seus filmes da década de 1970 são apresentados na exposição On the edge: Brazilian experiments of the 1960s to early 1970s, no MoMA, Nova Iorque. Participa das mostras Artevida, na Casa França-
-Brasil, Rio de Janeiro; Afinidades, Raquel Arnaud 40 anos, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, e no Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Trajetórias, na Galeria de Arte Raquel Arnaud; e Abstrações – Coleção Fundação Edson Queiroz e Coleção Roberto Marinho, no Espaço Cultural Unifor, Fortaleza.

2013 - Por ocasião da inauguração da Casa Daros, na mostra Para (saber) escutar, ocupa sala com grande instalação, com chapas de policarbonato impressas em verde, intitulada Para que servem as paredes do museu? Lança livro sobre esse trabalho com entrevista realizada com Eugenio Valdés Figueroa. Expõe na Galeria Silvia Cintra e realiza instalação permanente no lobby do prédio da Fundação Getúlio Vargas, ambas no Rio de Janeiro.

2012 - Expõe uma escultura de grandes dimensões na ArtRio, no Pier Mauá, Rio de Janeiro.

2011 - Participa do projeto Depoimentos para a Posteridade, da Fundação Museu da Imagem e do Som, sendo entrevistada por Armando Strozenberg, Lauro Cavalcanti, Paulo Sergio Duarte e Paulo Venancio Filho. A partir dessa entrevista, a artista elabora, com as designers Rara Dias e Paula Delecave, o livro O desenho da fala, lançado na ArtRio, em 2012. Apresenta exposição na Galeria de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, com texto de João Bandeira publicado no fôlder. É convidada por Eugenio Valdés Figueroa, diretor de Arte e Educação da Casa Daros, no Rio de Janeiro, para o Programa de Residência de Pesquisa, vindo a desenvolver o projeto Para Que Servem as Paredes do Museu? Apresenta uma instalação na escadaria frontal da instituição, por ocasião do encontro com Julio Le Parc, na Casa Daros e no CCBB-RJ (com participação de Sônia Salzstein), como parte do Programa Meridianos. Participa da mostra Coleção Figueiredo Ferraz, que inaugura o Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto.

2010 - Expõe uma grande instalação no átrio do prédio da Pinacoteca do Estado de São Paulo. No catálogo da mostra
é apresentada entrevista com Paulo Sergio Duarte, Paulo Venancio Filho e Sônia Salzstein. Participa da exposição O desejo da forma, com curadoria de Luiz Camillo Osorio e Robert Kudielka, na Akademie der Künste, Berlim.

2009 - No Rio de Janeiro, realiza site specific para a Casa França--Brasil, e também expõe na Galeria Laura Marsiaj.

2008 - Apresenta, na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, obra de grandes dimensões projetada para o átrio do prédio, que tem projeto de Álvaro Siza. O catálogo da mostra apresenta texto de Sônia Salzstein.

2007 - Participa da Documenta 12, com curadoria de Roger M. Buergel e Ruth Noack, no Museu Fridericianum, Kassel. Apresenta instalação que ocupa o segundo andar do museu e se desenvolve até a área externa, suspensa, em torno da área frontal e lateral da fachada. Também realiza exposição na Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro, e no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, além de participar da mostra Puntos de vista – Coleção Daros, no Museu de Arte de Bochum.

2006 - Realiza exposição na Galeria Márcia Barroso do Amaral, Rio de Janeiro.

2005 - No Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, apresenta exposição com curadoria de Sônia Salzstein. Projetada para o local, ocupa as quatro salas do segundo andar da instituição com as obras Estudo para superfície e linha e Estudo para volume e flecha. Participa da 5ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, com curadoria de Paulo Sergio Duarte, na qual apresenta uma grande instalação intitulada Estudo de superfície e linha.

2004 - Realiza site specific no Museu Vale do Rio Doce, Vitória, apresentando obra que se expande da área interna até a área externa da instituição, integrando arquitetura, espaço expositivo e paisagem. A curadoria é de Sônia Salzstein. Participa da mostra Arte contemporânea: uma história em aberto, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.

2003 - Apresenta a instalação Expansão, na fachada do Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, com curadoria de Marcus de Lontra Costa.

2002 - Realiza exposição no Centro Universitário Maria Antônia/USP. Lançamento do livro Sobrevoo – Iole de Freitas, organizado por Lorenzo Mammi e publicado pela Cosac Naify. Expõe no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo, e na Galeria Anna Maria Niemeyer, Rio de Janeiro.

2001 - Participa das mostras Experiment/Experiência, no Museu de Arte Moderna de Oxford, e O espírito de nossa época –Coleção Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz, no MAM-SP.

2000 - Realiza, no Centro de Arte Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro, com curadoria de Sônia Salzstein, exposição, na qual apresenta obra projetada especialmente para aquele espaço e arquitetura, interligando salas e envolvendo a fachada. Participa da mostra Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal de São Paulo.

2000 - 2014 - A partir de 2000, o trabalho busca uma relação de tensão e potência com os espaços arquitetônicos dos museus e centros culturais. Por vezes, seus trabalhos rompem fisicamente as paredes dos museus projetando-se para o exterior, nas fachadas, questionando a territorialização da arte.

1999 - Apresenta Território vazado, no Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte; individual no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo; e a instalação Dora Maar na piscina, no Espaço de Instalações Permanentes do Museu do Açude, Rio de Janeiro.

1998 - Participa da 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal de São Paulo; Espelho da Bienal, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói; e do I Prêmio Johnnie Walker, no Museu de Arte Moderna, México.

1998 - 2000 - A obra busca uma ativação específica do espaço que elege, nele instalando planos e linhas retorcidos que, imantando o ar, imprimem velocidade ao percurso.

1997 - Expõe na Galeria Anna Maria Niemeyer, no Rio de Janeiro e realiza individual no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo. Paulo Venancio Filho realiza a curadoria da retrospectiva O corpo da escultura: a obra de Iole de Freitas 1972-1997, no MAM-SP e no Paço Imperial, Rio de Janeiro. Uma de suas esculturas da série Transparências, apresentada nessa mostra, é doada pela AT&T ao MAM-SP.

1996 - Integra a mostra Entretelas, no Museo Alejandro Otero, Caracas, junto com Beatriz Milhazes e Eliane Duarte, com texto de Paulo Herkenhoff e Ruth Auerbach. Apresenta a instalação Corpo sem órgãos, na mostra Utopia, na Casa das Rosas, São Paulo. Participa da Bienal Rio, no        ,integrando a expo-sição Transparências.

1995 - Realiza exposição individual no Museu Nacional de Belas--Artes, apresentando oito trabalhos da série Teto do chão e participa do projeto Ateliê Finep, no Paço Imperial, ambos no Rio de Janeiro.

1995 - 1997 - As esculturas desenvolvidas nesse período tornam-se fluidas, imateriais. As formas se dissolvem no espaço. Pedras semitransparentes passam a conter inscrições: nome líquido, escrito na água. O trabalho se amplia no espaço, se solta das paredes, determina territórios.

1994 - Participa da Bienal Brasil século XX – segmento anos 70 e 80, com curadoria de Walter Zanini e Cacilda Teixeira da Costa. Participa do Projeto Arte Cidade: a Cidade e seus Fluxos, no Espaço Banco do Brasil. Expõe no Gabinete de Arte Raquel Arnaud os recentes trabalhos Teto do chão, em telas metálicas e ardósia. Todos os eventos, em São Paulo.

1993 - É convidada como artista residente pela Winnipeg Art Gallery, Canadá, para realizar escultura de grande porte para a mostra Cartographies: 14 Latin American artists, com curadoria de Ivo Mesquita. Essa exposição itinera, até 1995, por outros cinco museus: Biblioteca Luis Angel Arango, Bogotá; Museo de Artes Visuales Alejandro Otero, Caracas; National Gallery of Canadá, Ottawa; The Bronx Museum of Arts, Nova Iorque; e La Caixa, Madri. Expõe na Galeria Anna Maria Niemeyer, 
Rio de Janeiro.

1992 - Realiza exposição individual no Paço Imperial. O catálogo da mostra apresenta o texto “Inquietude do infinito”, de Paulo Venancio Filho. Apresenta exposição individual no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.

1991 - Recebe a Bolsa Vitae de Artes e realiza esculturas de grande formato, que são expostas no Paço Imperial, Rio de Janeiro. Participa do projeto Capela Morumbi, com curadoria de Sônia Salzstein. Esse trabalho integrou a mostra individual da artista, em 1992, no Paço Imperial.

1990 - Expõe em mostra individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, esculturas de grandes dimensões, e no catálogo é apresentado o texto “Delicadeza traumática”, de Paulo Venancio Filho.

1991 - algumas esculturas são projetadas para locais específicos como a Capela do Morumbi, São Paulo; o Galpão Embra, em Belo Horizonte; e o Banco do Brasil, em São Paulo. Nesses trabalhos, as questões já elaboradas na obra dialogam com os elementos arquitetônicos do espaço dado.

1989 - Participa da exposição 10 escultores, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.

1988 - Realiza exposição individual no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo. O catálogo apresenta o texto “Fluidos concretos”, de Ronaldo Brito. Integra a mostra Panorama de escultura, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP).

1987 - Apresenta exposição individual no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS). De 1987 a 1989 assume a direção do Instituto Nacional de Artes Plásticas, Funarte, Rio de Janeiro.

1986 - Recebe a Bolsa Fulbright-Capes para pesquisa no Museum of Modern Art (MoMA), Nova Iorque.

1985 - Realiza exposição individual na Galeria Paulo Klabin, Rio de Janeiro.

1984 - Realiza, na Galeria Arco, em São Paulo, exposição individual de esculturas intituladas Aramões, em cujo catálogo tem o texto “Eu não sei”, de Paulo Sergio Duarte. Participa de Tradição e ruptura, a convite de Walter Zanini, na Fundação Bienal de São Paulo. Expõe esculturas e sequências fotográficas na Gallerie Grita Insam, Viena.

1983 - 1994 - O corpo não aparece mais como mediador do trabalho, mas se substitui pelo próprio gesto, que arma e costura, com telas e fios, os volumes vazados que se desdobram e passam a constituir as novas obras: o corpo da escultura. As questões escultóricas, gravidade, peso e leveza, que ora emergem revelam a poética da obra por meio da fragmentação, transparência e elogio da superfície.

 1981 - Participa da 16ª Bienal Internacional de São Paulo, apresentando a instalação Glass pieces, life slices, em que imagens do corpo são fragmentadas no espaço e na superfície das lâminas de vidro emulsionadas.

1980 - Participa da mostra Camere incantale-espansione dell’imagine, no Palazzo Reale, Milão. Integra a exposição Quasi cinema, com curadoria de Antonio Dias e Ligia Canongia, apresentada no Centro Internazionale di Brera, Milão.

1978 - Realiza instalação e performance intitulada Exit, no Studio Marconi, Milão. Participa de Arte e cinema, com curadoria de Vittorio Fagone, na Bienal de Veneza. Retorna ao Brasil, e Raquel Arnaud organiza exposição de suas obras dos anos 70 (vídeo, filmes, sequências fotográficas), na Galeria Arte Global, São Paulo.

 1977 - Integra as mostras L’occhio dell’immaginario, na Galleria d’Arte Moderna, Milão; Pas de deux, com curadoria de Anne-Marie Boetti e Gian-Battista Salerno, na Galleria la Salita, Roma; Corpo e figura, no Palazzo della Permanente, Milão; Fotografia come analise, na Salla delle Colonne do Teatro Gobetti, Torino; e 03 23 03 – Premières rencontres internationales d’arte contemporain, Montreal.

1976 - Realiza exposição individual com instalação e sequências fotográficas na Galleria Giancarlo Bocchi, Milão. Participa de diversas publicações e exposições que registram o desenvolvimento da body art durante os anos 70, como Korpersprache, no Frankfurt Kunstverein e na Haus am Waldsee, Berlim. Toma parte também de publicações e exposições que resultam de pesquisas sobre a dinâmica feminina na arte como Women in art, no Neue Gesellschaft für Bildende Kunst, Berlim; Frauen Machen Kunst e Feminist art, na Gallerie Maggers, Bonn; e Women art new tendencies, na Gallerie Krinzinger, Innsbruck.

1975 - Integra a IX Bienal de Paris com instalação e sequência fotográfica da série Glass pieces, life slices, a convite do crítico Tommaso Trini. Participa, como artista residente, do Festival of Expanded Media, em Belgrado. Em Milão, expõe nas mostras La fotografia come strumento per l´artista, na Galleria Il Milione; e Campo Dieci, na Galleria Diagramma, Milão.

1974 - Realiza exposição individual das sequências fotográficas, no MAM-RJ. O catálogo apresenta o texto “Ontogênese e filogênese”, de Paulo Sergio Duarte. Participa da exposição Nuovi media, no Centro Internazionale di Brera, e faz exposição individual na Galleria Ortelli, Milão.

1973 - Apresenta seus primeiros filmes experimentais Light work e Elements, na Galleria Diagramma, Milão. Faz a curadoria da exposição Fotolinguagem, com obras de Christian Boltansky, Annete Messager, Duane Michaels, entre outros, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ).

1973-1981 - A linguagem do trabalho se constitui com o suporte de sequências fotográficas, filmes experimentais e instalações, apoiados por textos. Vindo a artista de uma experiência de dezoito anos de dança contemporânea, o corpo surge como um elemento estruturador do trabalho, que aparece espelhado, refletido e fragmentado, tangendo questões relacionadas com a identidade feminina e com a organização da imagem do próprio corpo. As performances, realizadas sempre individualmente, nunca na presença de espectadores, são registradas pela própria artista, num circuito fechado onde corpo, câmara e imagem refletida constroem a estrutura da obra.